Todo artista já foi uma criança.
A vida é um ciclo, mas cabe a nós dar novas cores a cada dia. Na arte, encontro o fio de inspiração que me faz seguir com coragem e propósito.
Por: Simone

Não sei se posso me chamar de artista. O que faço é desenhar com o coração, usando o meio digital para transformar simples traços em algo mais elaborado — como a menina que criei, inspirada no estilo clássico de Michelangelo.
Não sou como ele, mas busco, todos os dias, uma inspiração que nem sempre sei de onde vem.
A vida também é assim. Acordamos, trabalhamos, comemos, dormimos… e no dia seguinte, tudo recomeça. Um ciclo infinito que só se interromperá no momento em que não acordarmos mais.
Às vezes, paramos para pensar: o que posso fazer para mudar esse ciclo?
Qual é a minha missão neste mundo? Estamos preparados para encarar a realidade e o fim inevitável?
Eu sigo vivendo, e é na arte que encontro um fio de inspiração para continuar. É ela que me dá foco, que me lembra que viver não é apenas repetir o dia de ontem, mas buscar novas cores, novas formas e novos sentidos.
Com vontade, coragem e força, sigo o ciclo… mas nunca de forma automática. Porque somente aqueles que persistem com o coração aberto conseguem chegar ao fim sabendo que realmente viveram.
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